Por que você escolheu a graduação da Escola Superior Nacional de Seguros?
Eu estava em ano de vestibular, mas não conseguia me encontrar em nenhuma profissão.
Então, a família toda se mobilizou para tentar me ajudar, e foi por meio de um anúncio que meu pai leu, que eu soube da ESNS. Nós já sabíamos que administração é uma profissão que vem crescendo no mercado e como a linha de formação em seguros seria um diferencial com o qual eu já sairia da faculdade, achei que valia a pena investir. E foi o que eu fiz. E além disso, ela recebeu nota 4 do MEC, isso me chamou a atenção.
O que acha da ESNS?
Eu estou adorando o curso, os professores são extremamente experientes e a infraestrutura é muito boa. Nós temos todo o apoio e material ao nosso alcance e estamos realmente sendo preparados para sermos bons profissionais.
Quais os pontos fortes?
Com certeza, os professores e a infraestrutura, nossa faculdade tem salas ótimas, biblioteca e auditório para palestras e eventos. Nós realmente temos muitos meios para estudar e ter boas aulas. E além disso, o nome da Escola é famoso no mercado de seguros, o que é um ponto forte quando buscamos uma formação, ter um nome reconhecido no mercado.
Quais são seus planos de carreira? Onde pretende chegar?
Tenho só 20 anos e acho que estou na idade certa para somente estudar. O mercado hoje é muito concorrido, temos noção disso desde cedo. Por isso, precisamos ser sempre os melhores no que fazemos, e isso requer muito esforço e dedicação, por isso a pressão que eu coloco em mim é grande. Por enquanto, não estou definindo completamente meus planos para o futuro.
Mas uma coisa tenho certeza, vou agarrar todas as oportunidades que eu conseguir e tentar tirar o máximo proveito. Não sei o que o futuro me reserva, mas estou me preparando para ser uma boa profissional e tentar alcançar todos os meus objetivos.
Mauricio Viot
Qual o perfil das pessoas que procuram a Graduação? O que elas têm em comum?
A maioria das pessoas que opta pela graduação, hoje, é composta de jovens em dúvida sobre qual carreira seguir, que área é melhor. Eu sou psicólogo de RH e hoje se sente essa dificuldade no jovem.
Você trabalha em seguros também?
Trabalho na área de seguros com gestão de recursos humanos. E dou aula na UERJ, também de RH. Lá, na UERJ, vemos as pessoas em dúvida sobre a escolha da Administração e que área seguir dentro dela.
Sim. Provavelmente porque a Administração é muito ampla?
Exato, é muito ampla. Eles continuam na dúvida, mas vão fazendo a faculdade. Por acaso, tenho dois alunos cursando, pedindo para fazer um teste de orientação vocacional, depois de ter entrado para a faculdade, para ver se elas se redirecionam para o mercado. Já as pessoas que estão na Graduação da Escola Superior têm um perfil diferente. Porque aqui, se amplia a gama de possibilidades em Administração. Além de ter uma área muito vasta em administração, elas terão outro campo em seguros. Há diversos ramos que podem escolher. Elas saem completamente formadas e, como o mercado de seguros está em expansão, terão mercado aberto em qualquer área na qual elas se adaptem, gostem ou se interessem mais. Mais de 90% dos alunos têm emprego ou conseguem emprego na área de seguros.
Alunos chegam com algum conhecimento do mercado de seguros ou é vago?
O conhecimento é bastante pequeno e específico de um ramo, como automóveis, incêndio, saúde, mas não tem um conhecimento amplo de toda a área. Eles descobrem que existem diversas possibilidades dentro da área de atuação deles. A maioria entra pela área comercial. Para começar a trabalhar em seguros, em geral, começam pela área comercial: vender seguros. Quando ele vem fazer a graduação, aí ampliam-se as possibilidades. Se ele não se sentir bem em seguros, fez uma faculdade de administração reconhecida pelo MEC. Ele pode pular de área, dentro da mesma organização. Pode trabalhar em Recursos Humanos, financeira, contabilidade, economia, custos, macroeconomia, microeconomia... ele tem toda essa formação, aliada ao conhecimento característico de Seguros. Isso é uma facilidade aqui. Quando recruto pessoas, percebo que é difícil encontrar pessoas com boa formação. Aqui, e nesse mercado, há o apoio de várias empresas como Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, e precisando desses profissionais. Essas empresas estão descobrindo agora que existe uma faculdade com profissionais que elas precisam. Este é um mercado que antes só tinha cursos de corretores. Aqui, o conhecimento é mais amplo. As pessoas trabalham em seguros pelo conhecimento histórico, não por formação.
E esse funcionário pode trabalhar em qualquer área do mercado de Seguros a partir
desta graduação?
Sim. A pessoa opta a partir de sua orientação de estágio. Na minha própria sala, eu tenho pessoas de saúde, algumas em previdência, algumas em DPVat e tenho 30% que optaram por Administração e agora estão tendenciando o currículo e o primeiro estágio e o conhecimento na área de Seguros. Dependendo do caminho organizacional, ele verá onde tem possibilidades de subir. Mas, o importante é que este é um mercado que existe. É uma pena se formar biólogo e não ter emprego. Se formar químico e farmacêutico e não ter emprego. Advogados e engenheiros civis já não encontram emprego. Aqui, a pessoa faz uma faculdade dentro de um mercado onde há, hoje, a maior abertura de carreira, que é Administração. Antes de começar a procurar emprego, o emprego começa a procurar essa pessoa, porque ela tem uma qualificação que o mercado não tem. Uma qualificação em seguros.
Ou seja: é certo que vai arrumar emprego, não é?
Olha, em toda a nossa área, se você levantar todos os alunos da escola, 60% já estão atuando em seguros ou começando em estágios ou direcionados. Porque apresentaram um currículo com formação em Administração com matérias diferenciadas na área de Seguros. Esse currículo, encaminhado para qualquer empresa do ramo de seguros, banco ou empresa de vida gerará interesse. É claro que depende do perfil do funcionário. O bacana aqui é que, além da informação normal, há informação do mercado. Aqui, além da aula, há uma carga horária específica para pesquisa, palestras e participação em cursos. Os alunos participam o tempo todo. Todas as quintas-feiras, há uma palestra de mercado sobre diversos temas do mercado de trabalho e não teóricos. Profissionais falam aqui sobre Vida, sobre Mercado de Trabalho na área de Seguros, Mercado de Saúde, Previdência, Resseguros. Os professores que acham que a palestra está de acordo com sua matéria, liberam os alunos e a aula serve como pontuação. E são palestras com profissionais do mercado, não teóricos. Além do curso normal, há a formação de mercado.
Como a graduação está conectada com o mercado, que está mudando tanto, e está tão dinâmica?
Essa atualização acontece porque a maioria dos profissionais não foi formada em bancos escolares e sim em empresas de seguros e da área de administração. A escola tem como filosofia ter profissionais do mercado, não professores formais. A nossa carga horária é maior do que a de um curso de Administração normal porque, além de todas as matérias da graduação em Administração, você tem matérias sobre todas as diferentes áreas do mercado de seguros e suas especificidades. Ele vai entender de atuária, vai passar pelas áreas de automóveis, vida, saúde, todas as áreas de seguros. Exatamente para atender a essa necessidade.
A quem você recomenda a graduação?
Acho que se deve optar pela Graduação porque a maior dificuldade que eu vejo, hoje, entre as pessoas que estão fazendo faculdade, é conseguir um estágio. Por ser um mercado muito fechado, como conseguir estágio de administração e em que área? Na área de pessoal? Na área de desenvolvimento? Na área de sistemas? Aqui, o aluno amplia seu leque de opções, pois, invariavelmente, temos no quadro de avisos inúmeras oportunidades de vagas em estágios na área de seguros. Ele pode muito cedo em sua formação ter a certeza de que poderá continuar ou em Administração ou em Seguros. Muitas vezes, na faculdade, o aluno fica em dúvida sobre sua opção ou descobre que o mercado na área em que escolheu está ruim. Em Administração não há esse problema, pois o campo é muito grande. E aliado a isso, há a perspectiva de atuar em um mercado onde estão as empresas que mais crescem hoje, no Brasil. O brasileiro ainda não tem uma cultura de seguros, de investimento de longo prazo, acha que o seguro é uma cobrança e não uma garantia que se dá. E precisamos de mais gente, porque o mercado brasileiro precisa muito de seguros. Hoje, eu dou aula de previdência privada, mas quando se fala em previdência social, a maioria dos brasileiros não sabe como se aposentar. Não sabe o valor. Existem produtos para isso. Muitas vezes, as pessoas compram seguros para ter, sem o objetivo correto que é o de garantir a perda de um patrimônio no futuro.
A pessoa deve procurar esta graduação porque pensa no futuro, pensa em ter emprego em um mercado não volátil e em franco crescimento no Brasil. Há uma tendência de queda no número de empregos e, quanto mais se amplia o leque de formação, maiores as possibilidades. As empresas precisam dos nossos alunos.
A maioria das pessoas que vejo aqui está encaminhada para a área de Seguros. Eu oriento as teses de final de curso. Uma das coisas interessantes é que sempre pedimos para que as teses de conclusão de curso sejam sobre gestão de seguros. Cada professor orienta o aluno em sua especialidade, eu oriento em Vida e Previdência. É interessante porque os alunos, ao fazerem suas teses, aprofundam ainda mais seus conhecimentos porque têm de ir ao mercado, ver como ele está, quais são as tendências, e ampliam seu conhecimento sobre a atividade. Aqui, há a facilidade que não vejo em outras faculdades: o aluno pode fazer sua tese em seguros, já é direcionado para o mercado. Se você vir as instalações da faculdade, em cada sala há um computador. Cada professor tem um campo com toda sua matéria, temos chats entre os alunos e os professores. O contato aluno-professor é muito direto. Queremos que as pessoas tenham conhecimento de que esse lugar é um pouco diferente. As empresas precisam dos nossos alunos e precisamos formá-los. É preciso ter pessoas interessadas em vir aqui porque o ponto é estratégico, a matéria é estratégica, o curso é estratégico. As pessoas que saem daqui só não entram no mercado se não quiserem.
Por que você entrou na graduação?
Eu tinha uma formação técnica em Administração e fui buscar uma oportunidade no CIEE. Fui parar numa corretora de seguros. Eu queria aprender uma profissão, mas não sabia nada. Decidi, então, estudar e comecei a pesquisar. Descobri a Funenseg e fui conhecer a instituição. Pensava em fazer Faculdade de Administração. Pesquisando, fiquei sabendo que a instituição ia formar o curso de graduação. Decidi esperar o curso. Por que não juntar o útil ao agradável? Fazer meu primeiro curso de graduação em Administração, de olho no mercado em que eu já estava. Decidi apostar minhas fichas.
O que você faz hoje?
Trabalho há sete anos na área de seguros. Hoje, sou assistente de produção na Bradesco Seguros, onde dou atendimento aos corretores de seguros, que fazem a venda direta.
O que a graduação mudou na sua carreira?
Abriu portas. Possibilitou conhecer pessoas, através da integração entre os alunos. O mercado é carente de profissionais com especialização na área de seguros. Há cursos técnicos, mas que não preparam para gerir uma seguradora. Evoluí muito. Comecei numa corretora e, em seguida, mudei para outra multinacional. Quando a pessoa me entrevistava, já me olhava com outro olhar, se interessavam em saber que esse curso existia. Entre uma pessoa que tem o curso de Administração tradicional e uma com o que tem ênfase em seguros e previdência, esse último cara é diferente. E falar isso dentro da área de seguros, numa resseguradora, numa corretora, é um grande diferencial. Saí da corretora, onde estava há 6 anos, porque o que eu estava aprendendo já ultrapassava o que eu estava fazendo ali. Aí fui buscar o lado da seguradora. Coloquei-me à disposição do mercado, cadastrei meu currículo nos sites das seguradoras. O contato com os colegas de turma me facilitou e consegui entrar para a seleção da Bradesco Seguros.
Estou lá há 5 meses. Disseram que tenho um olhar que outras pessoas não têm, por mais que as pessoas tenham a experiência do mercado. Na graduação você tem, além do ensino técnico e teórico, a convivência com professores que têm mais de 30 anos de mercado. É mais fácil colocar isso em prática.
A Escola tem prestígio?
Quando alguém fala em Funenseg, logo sabemos que é ela quem dissemina o estudo de seguros no Brasil.
Ponto forte:
Posso destacar o corpo docente. Os profissionais que estão aqui entendem e dão aula. Boa parte está ligada a empresas do ramo de seguros. Têm engenheiros, administradores, psicólogos, jornalistas. Você nem imagina. Isso conta muito. Além da estrutura e do nome forte que a Escola tem no mercado, é a força do seu corpo docente e das pessoas que faz a diferença.
Que novas perspectivas a graduação te proporcionou?
Tenho uma visão macro do negócio. Eu não tinha essa visão ampla do mercado. Posso conversar sobre seguros de maneira mais abrangente. A faculdade ampliou meu horizonte. Poder ler notícias do setor, estar inteirado sobre o mercado de seguros, não deixando de lado a parte da administração. Você tem as matérias do bacharelado em administração, e tudo aplicado ao seguro também. É uma visão macro.
O que você diria para uma pessoa que não sabe se faz a graduação?
Minha sugestão é que a pessoa aposte, porque é um mercado com probabilidade de crescimento de 20%, só no ano de 2010. É um mercado que cresce acima do PIB e, com a quebra do monopólio do resseguro, trouxe (mais de 20) empresas estrangeiras demandando profissionais qualificados. Há carência de profissionais especializados. Se um jovem tiver que apostar num mercado hoje, que seja no mercado de seguros e na instituição que promove esse ensino, que é a Funenseg, com a excelência no que faz.
Onde você pensa em chegar?
A gente tem que planejar tudo na vida. Sempre planejei dentro das minhas possibilidades. Estava lendo uma matéria e pensei: por que não posso ser um executivo no mercado de seguros? Venho de classe média baixa, fiz segundo grau em colégio público.
Por que não quebrar o paradigma que este é um mercado fechado para pessoas de
classe média alta?
Eu pretendo chegar lá e já estou conseguindo. Me formei em dezembro de 2010 e agora penso em fazer o MBA Executivo em Seguros e Resseguro. Se você souber falar bem inglês, pode até ir trabalhar no exterior. Conheço gente na minha turma que, volta e meia, está em Londres. O mercado tem o que ser explorado, basta querer.